Toploader – “Dancing In The Moonlight”
09/10/2009
Que dia! São três da tarde e ainda nem almocei. Entre receber colegas do R. cá em casa, responder a mails, registar livros no BC, ainda não parei e a fome que tinha já desapareceu. A tese do J. foi entregue e é menos um problema a pesar. O preparativos para a 2ª Convenção BC avançam a olhos vistos. Ideias é algo que não falta à comitiva de organização. Sim, faço parte, como não podia deixar de ser. Depois da 1ª Convenção BC, percebi o trabalho que o nosso amigo Hurricane teve na organização de um evento tão grande e tão fantástico. Entre refeições, piscina de livros, conversas com escritores, atribuição de prémios, recital de poesia da mosquinha, posso dizer que o esforço de organização foi enorme e sem quaisquer defeitos apontar.
Mudando de assunto, o dia de amanha está prometido. Como dois verdadeiros amantes de café, podemos começar no Vertigo, saboreando o café sul-americano naqueles típicos tampos de mármore e madeiras quentes, rodeados das conhecidas fotografias dos anos 30 e 40 e daquele vitral no tecto, que eu adoro vezes sem conta. Depois teremos a baixa-chiado por nossa conta, como tantas vezes fizemos.
Snow Patrol – “Hands Open”
06/08/2009
Às vezes quanto mais brigamos, quanto mais stress criamos face a um problema, menos o resolvemos. E ontem À noite tive a prova viva disso, ou seja, andava já à umas semanas a brigar com um programa e tudo para ontem vir a descobrir que a solução estava em utilizar uma maldita virgula em vez de um ponto. Bahhhhhh.. Assim a melhor atitude é definitivamente não stressar, não pressionar, não chatear nem ser chateado. A pressa nunca levou a lado nenhum e nunca vai levar. As coisas têm que ser feitas na hora h e não no instante h-1…piadinha de gente de ciências, seca ainda por cima. Epá, eu desde que ando a trabalhar os dias inteiros lá no IST ando a perder as piadas todas, deve ser por passar o dia ao PC. Afecta-me o humor! De qualquer das formas, como dizia eu ontem ao J. estas coisas de informática são verdadeiras incógnitas para nós, o tijolo e o betão é que é a nossa vocação.
Por isso, “rezo” para que o dia 16 chegue rapidamente, pois já começa haver saudades, da família, das piadas do R. ( que agora acha que é inteligente, não vamos imaginar se ele achasse que era demasiado burro), dos amuos do J.P. e do rebolar na areia da estrela, aquela coisa minúscula que derretia qualquer um quando a fui buscar. O engraçado é que agora anda com a mania de ladrar a tudo que é gente e que passa a menos de meio metro dela. Pior que isso, é quando o R. vai connosco e responde às pessoas que tenham cuidado que a cadela morde. Obviamente todos se afastam julgando que aquela coisa pequena morde mesmo e acabamos todos a rir. Parvoíces!
Bem, antes de ir trabalhar aproveito para vos por a par da minha TBR,´uma vez que só esta semana chegaram 3 livros. Finalmente chegou o livro Divida de Sangue, volume II da nãoseiquantoslogia Sangue Fresco, de Charlaine Harris. Claro que comecei a ver a segunda temporada da serie sem ler o livro (diga-se de passagem, que aquela é bem melhor que a anterior, que essa sim era uma m****), mas agora que chegou, vou redimir.
Livros na minha TBR é coisa que não falta neste momento – são 7 neste momento, sendo que 4 deles devia ler ate ao fim do mes de Agosto, mas duvido conseguir. Isto porque estou inscrita nas Leituratonas – o mega desafio para a malta reduzir as TBR.
Outro dos desafios que estou inscrita e cumpri hoje mesmo, é o Bookring Surpresa. Consiste em passar um livro surpresa para a pessoa seguinte na lista e a minha pessoa seguinte – Fern2005 é uma devoradora de livros ( de longe, muito longe pior que eu), ou seja, vi-me grega, troiana e de todas as cores para escolher um livro que a moça ainda não tivesse lido e que viesse a gostar. Vi o site dela, vi a estante e apanhei logo o seu género de livros favorito. Agora deixa ver se ela gosta da minha oferta.
Bom Trabalho =)
The Clash – “Should I Stay Or Should I Go”
17/07/2009One day is fine and next is black
Should I stay or should I go?
Estou mesmo saturada de livros e sebentas. Farta de fórmulas e normas. Aquilo que eu precisava mesmo mesmo era de umas boas férias em família, rodeada pelos pais, as palhaçadas dos irmãos e a carência da Estrela. Umas férias no Algarve em família.
Julgo que começa a chegar aquela altura de pensar em “limitar o laço familiar” ou a chamada saída de casa, aquela altura em que sair do ninho é conveniente. Mas sinceramente com tudo o que vou vendo, com o andamento que a vida está a levar, prefiro mesmo é ficar quietinha lá em casa, mesmo que tenha que dividir o frigorifico com o R.
Já vi que vou ter que pensar em algumas medidas, como dividir a casa, caso contrário estou lixada no que toca a limpezas. Por outro lado, vou ter companhia e não é uma companhia qualquer, é a companhia do R. Ele é impossível, totalmente o oposto de mim, guarda tudo e mais um par de botas. Tem mania de economista – até o bilhete dos últimos jogos de futebol guarda. De qualquer das formas é bom miúdo e preferia partilhar mil vezes casa com ele do que com muito traste que por aí anda.
Na prática sinto que as coisas vão mudar, precisam de mudar. E mudança é das palavras que mais gosto. Detesto cair na rotina, detesto entrar todos os dias numa cozinha com a mesa e os biblos todos posicionados ao milímetro. Aliás, na minha cozinha a mesa é uma triste nas minhas mãos. Não passa um semestre na mesma posição. Ora fica encostada à parede, ora fica no centro da cozinha, não pode é ficar na mesma posição dois meses seguidos..Eh eh Sou sagitário, gosto de mudanças de vez em quando, para não cair na rotina. Por isso é que qualquer dia, depois da tese pronta, pego
nas sapatilhas, na mochila e no MP4 e ponho-me a milhas. Vou ver o mundo e divertir-me um pouco.
Acho que definitivamente estou na melhor idade possível – desde os 20 aos 25 acho que devem ser os melhores anos e acreditem que vou faze-los render.
Há liberdade, estabilidade é coisa que não preocupa muito ao contrário de aproveitar o momento. Deixa lá ver..bem, vou andando. Quanto a vocês, aproveitem porque definitivamente a vida são dois dias. (o resto que se lixe)
David Fonseca – “Radio Killed the video Star”
18/06/2009É já amanha. Finalmente regresso a casa, temporariamente, mas regresso. Aquelas quatro horas de viagem são puro delírio, ou não! São um verdadeiro tédio. Na verdade acabo sempre por adormecer e não é defeito meu, porque a maioria das vezes parece que o circo monta tenda na minha carruagem, simplesmente o cansaço vence.
Começo sempre por tirar o livro do dia e ler umas páginas. Se a viagem for durante o dia, ainda sou capaz de mudar de cenário e tomar um café no bar, caso contrário, ligo o mp3 e esqueço que existem mais passageiros.
Uma coisa é certa, depois de quase 5 anos a conviver com aqueles belos assentos verdes da CP, já tirei imensas conclusões (os exemplos que usei servem para trajecto Lisboa-Guarda):
1º Nunca se deve adormecer antes do revisor passar. Primeiro porque alguns deles estão sempre MUITOOO mal dispostos, e depois, porque independentemente de quem seja, acordam-nos sempre com um safanão que não queiram imaginar. Claro que depois de me acordarem desta forma, não durmo mais. Assim, nunca adormeçam nos primeiros 45/50 minutos de viagem. É duro resistir, mas vale a pena.
2º Nunca coloquem nada naquele espaço que há entre o assento e a parede junto à janela, porque arriscam-se a esquecer-se. Aconteceu-me com o Brisingr e acreditem que é uma verdadeira vergonha. (minha colecção Ciclo da herança, do Christopher Paolini ficará incompleta para sempre)
3º Nunca durmam mais do que uma hora e meia a duas horas, porque no fim a dor de costas é tão grande, que desejarão ter feito o caminho a pé.
4º A melhor posição para dormir é sem duvida ficar encostada à janela com as pernas esticadas ao longo dos dois bancos. Em ultimo caso, pode sempre aparecer a senhora de 60 anos que vem dizer que o lugar dela é o 65, que vocês estão a ocupar, quando na realidade vão 20 passageiros numa carruagem praticamente vazia. Outras velhotas nem se dão ao trabalho de verificar se há mais bancos livres, mesmo que vos vejam a dormir, sentam-se logo ali, ou porque é logo à entrada, ou porque o senhor as ajudou com as malas e não sabem qual é o lugar marcado. Há sempre uma desculpa. Caso o comboio seja o SUD, bem meus amigos, deitem-se à vontade, porque por mais velhas que sejam aquelas carruagens, são bem mais confortáveis e conseguem ficar completamente deitados. Sorte, sorte grande é se apanham apenas uma velhota que vai para Celorico da Beira ou para Castelo Branco na vossa carruagem, aí podem dormir à vontade, com “sorte” ainda acabam a viagem a saber o historial de vida da senhora ou as ultimas das novelas da TVI.
5º Forma de contornar a alínea anterior, passa por colocarem as vossas coisinhas no banco ao vosso lado, desta forma toda as velhinhas vão pensar que está ocupado por alguém e deixam de ser impertinentes. (eh eh…o que o sono não faz.) Caro que esta solução só serve até Coimbra, porque depois disso, os passageiros começam a reduzir e claramente não aparecem velhotas chatas. De qualquer das formas, se o banco estiver livre, não vão dizer que está ocupado por um “passageiro”. (Tenham bom senso ok?!)
Bem, agora que já dei alguns dos conselhos, vou tratar da mala, que amanha é o grande dia. Até lá, há que trabalhar e trabalhar bem. Desejo-vos um excelente fim de semana.
Elisa – “Electricity”
27/04/2009
Remember, I can always make You Smile.
And if I can’t, I’ll cross this town just to see you smile.
Não tenho assim muito muito a escrever. O dia de hoje correu mesmo bem. Imaginem voces que depois de atazanarmos o Z. que comia a correr na esplanada para ir dar aulas (agora anda com a mania que é professor e tal), depois de chatear um pouco o C. e antes do café, ficou decidida uma partida de snoker. (e logo eu que já não jogava à bastante tempo e que nem gosto nada daquilo) Claro que tinha que ser uma invenção do J. sempre tão pronto para uma partidinha. Já lhe disse que um dia destes lhe ofereço uma mesa, com laço grande de veludo vermelho, mas ele diz que não quer. Quase quase que ganhei, mas claro que ele prontificou-se logo a superar-me. Bem, de qualquer das formas também não gosto muito daquilo. Na verdade, podia dizer que não gosto muito de perder jogos assim deste género. Talvez o problema esteja em não gostar assim tanto de perder. Bem, agora que penso, não gosto mesmo nada de perder, pelo menos no que toca a jogos. Mas conheço pior deixem lá. Alguém que eu não pronuncio o nome – oirmaodoR.queporsuavezémeuirmao- quando era mais pequeno até chorava, de tão irritado que ficava quando perdia. Deve ser defeito dele. Sempre achei que ele tinha sido um brinde de umas análises clínicas, o nosso J.P.. Tadinho!
Bem, agora sim, vou jantar e começar o novo livro: Silver Bay. O titulo promete, agora vamos ver se realmente vale tanto como parece.
Publicado por alexandrasofiags
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