Rihana – “Rehab”

10/10/2009

O dia, foi fantástico, excelente, maravilhoso, estupendo, estupidamente engraçado,…chamem-lhe o que quiserem. Posso dizer que me diverti imenso e passeei muito.

A manha começou com o regresso ao Vertigo tal como eu queria. O J. lá optou por o belo café, mas eu quis ser radical e pronto, sai um sumo de ananás com hortelã só para mim. De seguida percorremos o Chiado, com compras e mais compras. (para mim claro..estava a DSC00166merecer). O almoço foi excelente, seguido de um momento de café =) com vista para o castelo. Fantástico! À quanto tempo eu já não ia tomar um café à baixa sossegadamente, apreciar a paisagem e ter conversas normais que não envolvam as palavras: Técnico, Tese e Trabalho? Long Long time ago..Na mesa ao nosso lado estava um casal de idosos muito caricato. Enquanto ele lia o jornal, ela fazia palavras cruzadas. Já eu nunca gostei de palavras cruzadas. Azar do J. que não consegue ler a Bola sossegado. =)

Claro que não ficámos por aqui..Decidimos então que tínhamos de regressar a Belém, uma vez que o dia era dedicado ao passeio íamos aproveitar. Já tinha saudades. Confirmei que a Torre de Belém continua no mesmo sitio em que a deixei à dois anos atrás, para minha surpresa. Os Jerónimos moveram-se ligeiramente, mas não se preocupem porque é uma questão de centímetros, apenas um detalhe técnico. Os jardins de Belém é que realmente continuam muito movimentados. São famílias deitadas na relva, miúdos com bicicletas novas a desafiar os mais pequenos, os mais pequenos que choram compulsivamente nos seus carrinhos multifacetados, namorados com idade para brincar ao monopólio que confundem um jardim publico com os quartos do Ritz Four Seasons, etc.. Toda uma panóplia de situações até bastante caricatas quando avaliadas por fora.

A noite chegou e com ela vieram os anos da Jo..Obviamente que chegámos atrasados, como não poderia deixar de ser.Bem, estavam realmente todos muitooo animados, sobretudo com as teorias do nosso Charles. Para o que lhe havia de dar! Teorias sobre duração de relacionamentos..Tolice. Continuam todos na mesma, e eu bem eu adorei. Claro que fico à espera que a Mary me traga o postal da Holanda, porque amigo que seja realmente meu amigo, traz sempre um postal para minha colecção. Não quero substancias ilegais ou legais, ou sapatos típicos, ou bolbos de tulipas, quero apenas um postalzinho..;)

Aqui ficam alguns de nós… (A fotógrafa tremia imenso, eu ia super formal, não fossem as sapatilhas a cortar o esquema.) Ficámos horríveis..mas o que conta é a intenção. :)

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Rodrigo Leão – “Vida Tão Estranha”

25/08/2009

Author Richard Dawkins, who wrote The God Delusion, lends his support as the London bus atheism advertising campaign is launched.

Na imagem, Richard Dawkins, autor do famoso “The God Delusion” e um dos apoiantes da campanha que mete anúncios pró-ateísmo em autocarros a circular na Grã-Bretanha.

(Fonte: O amor não é cego)

Gomez – “Moon and Sun”

20/05/2009

Sabem aqueles dias em que não querem fazer nada da vida? Eu julgo que estou nesses dias. Dias de parvoíce e apatia.

À parte do meu estado psicológico, descobri no Público, que parte de um viaduto com uma extensão de 200 metros, desabou ontem em Zhuzhou, província de Hunan, China. Infelizmente quatro pessoas foram encontradas nos escombros. Claro que isto dá que pensar. De acordo com o Informático Maníaco,

vocês é fazer as contas multiplicadas por um coeficiente  de segurança de 100, um coeficiente de cagaço de 2 e a ponte fica feita.

Mas agora que penso um pouco, realmente majoramos bastante. É sempre preciso ter em conta que devemos estar do lado da segurança, como tantas vezes repetem os professores. O problema é que dimensionamos tantas vezes que acabamos por nos esquecer da importância de cada um daqueles coeficientes e fazer os cálculos de forma mecânica.

Armadura para isto, Armadura para aquilo e Armadura para outra coisa qualquer. Há armadura para tudo e mais um par de botas. Talvez seja mesmo desta forma, que é cada vez mais raro encontrar acidentes deste tipo. E tudo graças a quem? Sim, a nós a malta da construção. Não, não se deve à malta dos portáteis.

Assim, faço parte do grupo anti-tecnologias e duvido, mas duvido mesmo que algum dia as infra-estruturas sejam totalmente fabricadas por robôs, porque tal como tudo na vida, também na construção é preciso haver um pouco de sensibilidade e bom senso. Ambas são características que dificilmente os robôs conseguiriam alcançar.

PS – Estou pior que estragada. Imaginem vocês que já não consegui um, um único e mísero bilhete para o Don Giovanni de Mozart no TNSC. É verdade,mas bem, lá terá que ficar para outra altura.