Anberlin – “Enjoy the silence”

14/02/2010

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Vows are spoken
To be broken
Feelings are intense
Words are trivial
Pleasures remain
So does the pain
Words are meaningless
And unforgettable

 

Nunca gostei muito da versão dos Depeche mode desta música e há conta da série Vampire diaries descobri a versão dos Anberlin, uma banda até aqui desconhecida.

Hoje foi o dia dos Namorados e acreditem que ninguém à face da terra podia esquecer este dia. Só se via vermelho, corações e “Amo-te” espalhados por todos os lados que até enjoava. Saí de casa na ideia de um almoço de amigas na Covilhã, que acabou por se tornar bem divertido. Finalmente comi uma francesinha, ou tentei, porque de facto quem é que come uma coisa daquelas inteira?? Impossível. Bem que me esforcei por comer um pouco mais de metade mas tudo tudo não era capaz..bahhh.

Seguiu-se um gelado e um café no shopping apinhado de crianças e pais ou avós que os substituíam. Por mim passaram: uma astronauta, uma branca de neve, uma dálmata, um estudante universitário com a capa ao avesso e muitos mais artistas que agora não recordo. Penso que mascarar as crianças no Carnaval, sobretudo aqueles miúdos mesmo pequenos (que ainda nem as fraldas deixaram ou não distinguem o real do irreal) serve mais para satisfazer o desejo parental de provar que os seus filhos não ficam atrás dos outros e até já escolhem o fato (Como se eles soubessem a diversão que o fato de branca de neve traz em função do fato de dálmata??). Mas para quê pensar duas vezes? O menino quer um fato, arranja-se um fato.

Enquanto conduzia no regresso a casa, pensava nesta “evolução de ideias”. Do que me lembro da infância, não era muito usual haver miúdos mascarados a passear com os pais ao fim de semana. Havia realmente um desfile de mascaras anual, onde todos os infantários participavam e ficávamos por aí.

A minha mascara favorita era de médica, porque era a mais simples. Uma bata branca, uns paus de madeira coloridos (que se usam para ver a garganta dos miúdos) e um estetoscópio de um elemento da família chegavam perfeitamente e melhor que isso, eram poucos os que conseguiam igualar o feito, porque os estetoscópios verdadeiros não se vendiam por aí como rebuçados. Os que não tinham estetoscópios em casa, ficavam satisfeitos com umas seringas que a tia enfermeira arranjava, ou com o chapéu de cowboy e arma que a mãe comprava, mas na generalidade dos casos, não havia grandes invenções sendo que o lápis preto de maquilhar era um dos acessórios principais para uma cara bem pintalgada.

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades…

PS – Descobri finalmente o pintor que tanto gosto. Conhecia a maior parte dos seus quadros mas nunca fixei o seu nome. É Gustav Klimt. No IKEA encontrei uma cópia pálida de uma tela dele (Water Serpents II)

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e na AREA encontrei um poster dele (The Tree of Life),

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mas o que mais me fascinou, ainda não o vi em lado nenhum: o beijo, ou parte dele.

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E vocês perguntam: que raio tem este quadro de especial?

Caros leitores, este quadro consegue fazer-me parar. Gustav Klimt conseguiu realmente captar as emoções que envolvem um beijo sentido. Um dia vou comprá-lo (mais uma coisa a fazer que vai já para a lista das 100 coisas), não porque desgoste dos quadros novos que tenho no quarto, mas porque este é aquele que realmente me satisfaz, desde que o vi pela primeira vez no livro de Filosofia.  Afinal eu gosto de Arte, sempre gostei :)


“bla bla bla wiskas saquetas”

27/01/2010

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Estava aqui a trabalhar e à medida que analisava os valores obtidos pensava o quão mal e errados estão, e assim não dá. Tal como o J. diz: “bla bla bla wiskas saquetas” era só o que eu pensava que ia ouvir.

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Jason Mraz – “Make it mine”

28/09/2009

Foi-me enviado por email este artigo e não imaginam o sacrifício que fiz no gabinete para não desatar a rir como uma perdida. Sei que hoje é segunda-feira, mas espero que deixem de ser morcões e façam um sorriso no fim. =)

ikea IKEA: enlouqueça você mesmo

Os problemas dos clientes do IKEA começam no nome da loja. Diz-se "Iqueia" ou "I quê à"? E é "o" IKEA ou "a" IKEA"? São ambiguidades que me deixam indisposto.
Não saber a pronúncia correcta do nome da loja em que me encontro inquieta-me. E desconhecer o género a que pertence gera em mim uma insegurança que me inferioriza perante os funcionários. Receio que eles percebam, pelo meu comportamento, que julgo estar no "I quê à", quando, para eles, é evidente que estou na "Iqueia". As dificuldades, porém, não são apenas semânticas mas também conceptuais. Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro.

O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos. Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos.
O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros.
Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava seiscentos quilos. Percebi melhor o nome do móvel. É
preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora. Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada. O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho doze estantes e três hérnias.

É claro que há aspectos positivos: as tábuas já vêm cortadas, o que é melhor do que nada. O IKEA não obriga os clientes a irem para a floresta cortar as árvores, embora por vezes se sinta que não faltará muito para que isso aconteça. Num futuro próximo, é possível que, ao comprar um móvel, o cliente receba um machado, um serrote e um mapa de determinado bosque na Suécia onde
o IKEA tem dois ou três carvalhos debaixo de olho que considera terem potencial para se transformarem numa mesa-de-cabeceira engraçada.

Por outro lado, há problemas de solução difícil. Os móveis que comprei chegaram a casa em duas vezes. A equipa que trouxe a
primeira parte já não estava lá para montar a segunda, e a equipa que trouxe a segunda recusou-se a mexer no trabalho que tinha sido iniciado pela primeira. Resultado: o cliente pagou dois transportes e duas montagens e ficou com um móvel incompleto.
Se fosse um cliente qualquer, eu não me importaria. Mas como sou eu, aborrece-me um bocadinho. Numa loja que vende tudo às peças (que, por acaso, até encaixam bem umas nas outras) acaba por ser irónico que o serviço de transporte não encaixe bem no serviço de montagem. Idiossincrasias do comércio moderno.

Que fazer, então? Cada cliente terá o seu modo de reagir.
O meu é este: para a próxima, pago com um cheque todo cortado aos bocadinhos e junto um rolo de fita gomada e um livro de instruções. Entrego metade dos confetti num dia e a outra metade no outro. E os suecos que montem tudo, se quiserem receber.

Ricardo Araújo Pereira in Visão


Miles Davis – “So What by”

27/08/2009

Eu acho que vou adorar os Açores, e nada tenho contra os Açorianos. Aliás, o que vos vou mostrar nem sequer fui eu quem descobriu, mas sim o Pedro Gama Vieira, bookcrosser que colocou no fórum Português de bookcrossing.

Fartei-me de rir com este vídeo e espero que aproveitem um pouco.

Bom trabalho


Snow Patrol – “Hands Open”

06/08/2009

 

Às vezes quanto mais brigamos, quanto mais stress criamos face a um problema, menos o resolvemos. E ontem À noite tive a prova viva disso, ou seja, andava já à umas semanas a brigar com um programa e tudo para ontem vir a descobrir que a solução estava em utilizar uma maldita virgula em vez de um ponto. Bahhhhhh.. Assim a melhor atitude é definitivamente não stressar, não pressionar, não chatear nem ser chateado. A pressa nunca levou a lado nenhum e nunca vai levar. As coisas têm que ser feitas na hora h e não no instante h-1…piadinha de gente de ciências, seca ainda por cima. Epá, eu desde que ando a trabalhar os dias inteiros lá no IST ando a perder as piadas todas, deve ser por passar o dia ao PC. Afecta-me o humor! De qualquer das formas, como dizia eu ontem ao J. estas coisas de informática são verdadeiras incógnitas para nós, o tijolo e o betão é que é a nossa vocação.

Por isso, “rezo” para que o dia 16 chegue rapidamente, pois já começa haver saudades, da família, das piadas do R. ( que agora acha que é inteligente, não vamos imaginar se ele achasse que era demasiado burro), dos amuos do J.P. e do rebolar na areia da estrela, aquela coisa minúscula que derretia qualquer um quando a fui buscar. O engraçado é que agora anda com a mania de ladrar a tudo que é gente e que passa a menos de meio metro dela. Pior que isso, é quando o R. vai connosco e responde às pessoas que tenham cuidado que a cadela morde. Obviamente todos se afastam julgando que aquela coisa pequena morde mesmo e acabamos todos a rir. Parvoíces!

Bem, antes de ir trabalhar aproveito para vos por a par da minha TBR,´uma vez que só esta semana chegaram 3 livros. Finalmente chegou o livro Divida de Sangue, volume II da nãoseiquantoslogia Sangue Fresco, de Charlaine Harris. Claro que comecei a ver a segunda temporada da serie sem ler o livro (diga-se de passagem, que aquela é bem melhor que a anterior, que essa sim era uma m****), mas agora que chegou, vou redimir.

Livros na minha TBR é coisa que não falta neste momento – são 7 neste momento, sendo que 4 deles devia ler ate ao fim do mes de Agosto, mas duvido conseguir. Isto porque estou inscrita nas Leituratonas – o mega desafio para a malta reduzir as TBR.

Outro dos desafios que estou inscrita e cumpri hoje mesmo, é o Bookring Surpresa. Consiste em passar um livro surpresa para a pessoa seguinte na lista e a minha pessoa seguinte – Fern2005 é uma devoradora de livros ( de longe, muito longe pior que eu), ou seja, vi-me grega, troiana e de todas as cores para escolher um livro que a moça ainda não tivesse lido e que viesse a gostar. Vi o site dela, vi a estante e apanhei logo o seu género de livros favorito. Agora deixa ver se ela gosta da minha oferta.

Bom Trabalho =)


Sara Bareilles – "Gravity" – Parte II

10/06/2009

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Sem comentários, ok?!

Até amanha.