Faded Paper Figures – “Polaroid Solution”

24/11/2009

Sunrise 

Quem teme ser vencido tem a certeza da derrota.
Bonaparte, Napoleão


Rihana – “Rehab”

10/10/2009

O dia, foi fantástico, excelente, maravilhoso, estupendo, estupidamente engraçado,…chamem-lhe o que quiserem. Posso dizer que me diverti imenso e passeei muito.

A manha começou com o regresso ao Vertigo tal como eu queria. O J. lá optou por o belo café, mas eu quis ser radical e pronto, sai um sumo de ananás com hortelã só para mim. De seguida percorremos o Chiado, com compras e mais compras. (para mim claro..estava a DSC00166merecer). O almoço foi excelente, seguido de um momento de café =) com vista para o castelo. Fantástico! À quanto tempo eu já não ia tomar um café à baixa sossegadamente, apreciar a paisagem e ter conversas normais que não envolvam as palavras: Técnico, Tese e Trabalho? Long Long time ago..Na mesa ao nosso lado estava um casal de idosos muito caricato. Enquanto ele lia o jornal, ela fazia palavras cruzadas. Já eu nunca gostei de palavras cruzadas. Azar do J. que não consegue ler a Bola sossegado. =)

Claro que não ficámos por aqui..Decidimos então que tínhamos de regressar a Belém, uma vez que o dia era dedicado ao passeio íamos aproveitar. Já tinha saudades. Confirmei que a Torre de Belém continua no mesmo sitio em que a deixei à dois anos atrás, para minha surpresa. Os Jerónimos moveram-se ligeiramente, mas não se preocupem porque é uma questão de centímetros, apenas um detalhe técnico. Os jardins de Belém é que realmente continuam muito movimentados. São famílias deitadas na relva, miúdos com bicicletas novas a desafiar os mais pequenos, os mais pequenos que choram compulsivamente nos seus carrinhos multifacetados, namorados com idade para brincar ao monopólio que confundem um jardim publico com os quartos do Ritz Four Seasons, etc.. Toda uma panóplia de situações até bastante caricatas quando avaliadas por fora.

A noite chegou e com ela vieram os anos da Jo..Obviamente que chegámos atrasados, como não poderia deixar de ser.Bem, estavam realmente todos muitooo animados, sobretudo com as teorias do nosso Charles. Para o que lhe havia de dar! Teorias sobre duração de relacionamentos..Tolice. Continuam todos na mesma, e eu bem eu adorei. Claro que fico à espera que a Mary me traga o postal da Holanda, porque amigo que seja realmente meu amigo, traz sempre um postal para minha colecção. Não quero substancias ilegais ou legais, ou sapatos típicos, ou bolbos de tulipas, quero apenas um postalzinho..;)

Aqui ficam alguns de nós… (A fotógrafa tremia imenso, eu ia super formal, não fossem as sapatilhas a cortar o esquema.) Ficámos horríveis..mas o que conta é a intenção. :)

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Coldplay – "Swallowed In The Sea"

12/09/2009

Dias com a Bea

Vou tentar recordar alguns momentos neste últimos dias de férias. Posso desde já adiantar que  S. Miguel é muito diferente do Faial ou do Pico, com 131609 habitantes pareceu-me ser uma ilha mais industrializada, com uma grande diversidade de ofertas turísticas e com maiores diferenças sociais. Mal cheguei, a primeira coisa que fomos ver foi a lagoa das setes cidades, antes que o tempo decidisse mudar.

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É uma pequena maravilha e mesmo com algum nevoeiro lá consegui tirar umas fotos decentes, uns quantos postais e uma ou duas fotos comigo a fazer de escala. =)

Como a falta de café e a viagem começaram a fazer efeito, decidimos regressar a casa, desfazer malas e descansar um pouco para marcar a noite em grande. O primeiro jantar na ilha foi fabuloso, porque deu para matar saudades e conversar como se a noite não tivesse fim. Terminámos com um passeio na praia (entre parêntesis, era noite de lua cheia e a praia era fantástica..deu que pensar). Claro que por lá, no inicio da praia, havia imensa gente entretida com a ver corridas de submarinos, no entanto isso não me impediu de um bom passeio. Concluí que aquela era sem duvida uma das muitas coisas que em 22 anos tinha perdido.

No dia seguinte fiz um esforço para sair da cama, assustando um pouco a Ana, empregada da Bea. Consegui lidar com a rede de mini bus de Ponta Delgada – que era bem mais simples e económica que o metropolitano de Lisboa. Quando estava na paragem, uma senhora captando o meu ar de perdida lá me explicou que o bilhete era 20 cêntimos, apenas dava para uma viagem e que ela me indicaria a paragem em que eu devia sair para ficar na marginal. (aqui fiquei com ar de parva ao perceber que o bilhete era só 4 vezes menos que o bilhete de metro..que cidade estranha aquela!)

Com mapa de Ponta Delgada, um livro e um mp3 na mão, fartei-me de dar voltas, sempre a passear, ao meu ritmo vendo apenas o que queria. Um dos pontos de paragem foi sem duvida o centro comercial, onde tinha combinado com o PedroGamaVieira, um bookcrosser muito simpático que tive oportunidade de conhecer.

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Ponta Delgada é uma cidade que facilmente se vê num dia. Têm:

  • Biblioteca adorável, tipo mezzanine com livros bastante actuais;
  • Jardins fantásticos como Jardim José do Canto ou o Jardim António Borges;
  • Marginal com esplanadas fantásticas;
  • Museus com imenso conteúdo;
  • Portas da cidade;
  • Igrejas e conventos que não têm fim, sendo a Igreja Matriz a mais reconhecida;
  • Centro comercial tipo Vasco da Gama em miniatura com tudo que é necessário;

Também tive a oportunidade de visitar em São Miguel, a fábrica de chás da Gorreana e as suas plantações. Outros dos sítios que me fascinou foi uma praia na Ribeira grande.

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Com uma esplanada, uma vista lidíssima e o Moby acompanhar, aproveitei para relaxar e parar um pouco a visita turística.

Outro sitio que visitámos foram as furnas, posso dizer-vos que por muito interessante que seja tomar banho num lago de água quente ligeiramente alaranjada, não consegui compensar um bom banho a que estou habituada.

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Claro que as furnas têm muito mais que o parque Terra Nostra (segundo a Bea faz parte da lista dos 10 jardins mais belos do mundo), tem o cozido tão típico de lá (não faz bem o meu género..com inhame e batata doce..naaa), têm o milho cozido nas fumarolas, etc..

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Podia ficar aqui a manha toda a descrever-vos tudo o que vi e o que aprendi, mas não seria suficiente. Foram as férias que mais gostei e ainda agora tenho pena de terem terminado tão rápido. Agora, de volta ao Continente é preciso voltar ao trabalho.

Bom fim de semana.

PS – J. realmente já se tá a tornar hábito, tens razão..mas toda a gente sabe que há mais além das adidas.


Snow Patrol – “Hands Open”

06/08/2009

 

Às vezes quanto mais brigamos, quanto mais stress criamos face a um problema, menos o resolvemos. E ontem À noite tive a prova viva disso, ou seja, andava já à umas semanas a brigar com um programa e tudo para ontem vir a descobrir que a solução estava em utilizar uma maldita virgula em vez de um ponto. Bahhhhhh.. Assim a melhor atitude é definitivamente não stressar, não pressionar, não chatear nem ser chateado. A pressa nunca levou a lado nenhum e nunca vai levar. As coisas têm que ser feitas na hora h e não no instante h-1…piadinha de gente de ciências, seca ainda por cima. Epá, eu desde que ando a trabalhar os dias inteiros lá no IST ando a perder as piadas todas, deve ser por passar o dia ao PC. Afecta-me o humor! De qualquer das formas, como dizia eu ontem ao J. estas coisas de informática são verdadeiras incógnitas para nós, o tijolo e o betão é que é a nossa vocação.

Por isso, “rezo” para que o dia 16 chegue rapidamente, pois já começa haver saudades, da família, das piadas do R. ( que agora acha que é inteligente, não vamos imaginar se ele achasse que era demasiado burro), dos amuos do J.P. e do rebolar na areia da estrela, aquela coisa minúscula que derretia qualquer um quando a fui buscar. O engraçado é que agora anda com a mania de ladrar a tudo que é gente e que passa a menos de meio metro dela. Pior que isso, é quando o R. vai connosco e responde às pessoas que tenham cuidado que a cadela morde. Obviamente todos se afastam julgando que aquela coisa pequena morde mesmo e acabamos todos a rir. Parvoíces!

Bem, antes de ir trabalhar aproveito para vos por a par da minha TBR,´uma vez que só esta semana chegaram 3 livros. Finalmente chegou o livro Divida de Sangue, volume II da nãoseiquantoslogia Sangue Fresco, de Charlaine Harris. Claro que comecei a ver a segunda temporada da serie sem ler o livro (diga-se de passagem, que aquela é bem melhor que a anterior, que essa sim era uma m****), mas agora que chegou, vou redimir.

Livros na minha TBR é coisa que não falta neste momento – são 7 neste momento, sendo que 4 deles devia ler ate ao fim do mes de Agosto, mas duvido conseguir. Isto porque estou inscrita nas Leituratonas – o mega desafio para a malta reduzir as TBR.

Outro dos desafios que estou inscrita e cumpri hoje mesmo, é o Bookring Surpresa. Consiste em passar um livro surpresa para a pessoa seguinte na lista e a minha pessoa seguinte – Fern2005 é uma devoradora de livros ( de longe, muito longe pior que eu), ou seja, vi-me grega, troiana e de todas as cores para escolher um livro que a moça ainda não tivesse lido e que viesse a gostar. Vi o site dela, vi a estante e apanhei logo o seu género de livros favorito. Agora deixa ver se ela gosta da minha oferta.

Bom Trabalho =)


Chris Martin feat. Michael Stipe – “In the Sun”

04/06/2009

Para animar um pouco, aqui ficam algumas fotos da noite do Super Arraial (2nd night). Antes de tudo, o Vesti e as Gémeas. Nem vale pena acrescentar que são muito boas pessoas. E porquê? Perguntam vocês. Bem, porque como é óbvio de ver, são de Civil.

As gémeas e o Vesti

Como eu estava mesmo cheia de sono, o que eu queria era que falassem baixo e me deixassem beber café, ou seja, o mau feitio de sempre.

Eu e o café

Assim, jantámos dentro do possível e seguímos para o Super Arraial. Aqui, surgiu um fenómeno inexplicável: a malta não pode ver um chapéu voador. E quando um quer, todos querem.

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Assim, deixo só mais duas fotos, ambas da primeira noite do Arraial. A primeira é para provar que por vezes os detergentes trazem brindes que crescem com o tempo – o R. (O tipo com metais nos dentes) Somos tão diferentes, tão semelhantes, mas ele até é bom miúdo, não fosse a irmã desvia-lo.

O R. , Eu e o J.

Por ultimo, Eu e o J. =)

O J. e Eu