Anya Marina – "Satellite Heart" – Parte 2

30/09/2009

Seguindo as linhas da Baiia (não resisti), aqui fica a lista das TOP Search, ou seja, gente que nunca viu o blog, mas sabe deus como vem cá parar:

  1. Puzzle,
  2. email,
  3. mark knopfler,
  4. e-mail,
  5. livro marcada,
  6. he’s just not that into you,
  7. saudades,
  8. smile,
  9. areia negra e mar branco,
  10. marcada,
  11. marcada livro,
  12. hes just not that into you,
  13. estudar,

Anya Marina – "Satellite Heart"

29/09/2009

Eu, a InÊs e a Baiia, que clube na esplanada da cantina do DECIVIL. O almoço foi excelente, porque o dia esse começou bem mal.

Depois de algumas tentativas frustradas de entorse (culpa das malditas sandálias, todas XPTO..never again!), lá arrastei a InÊs para a Guerra Junqueiro. Foi excelente, porque finalmente pusemos a conversa em dia e lá consegui umas sapatilhas novas. =D

Chegámos à cantina da associação, que estava completamente repleta de alunos maioritariamente caloiros (porque agora começam a mentalizar-se do inevitável, que é comer mal) e mudámos logo de ideias. A cantina do DECIVIL tem a vantagem de possuir uma pequena esplanada, muito agradável. Só faltava mesmo a pips..

Por isso, quinta repetimos a dose, até lá vamos trabalhar.

PS – Pips e Baiia, entrego-vos na quinta feira a maldita torradeira para se divertirem um pouco. =)

PS2 – Aquela é mais uma musica do New Moon – Satellite Heart..


Jason Mraz – “Make it mine”

28/09/2009

Foi-me enviado por email este artigo e não imaginam o sacrifício que fiz no gabinete para não desatar a rir como uma perdida. Sei que hoje é segunda-feira, mas espero que deixem de ser morcões e façam um sorriso no fim. =)

ikea IKEA: enlouqueça você mesmo

Os problemas dos clientes do IKEA começam no nome da loja. Diz-se "Iqueia" ou "I quê à"? E é "o" IKEA ou "a" IKEA"? São ambiguidades que me deixam indisposto.
Não saber a pronúncia correcta do nome da loja em que me encontro inquieta-me. E desconhecer o género a que pertence gera em mim uma insegurança que me inferioriza perante os funcionários. Receio que eles percebam, pelo meu comportamento, que julgo estar no "I quê à", quando, para eles, é evidente que estou na "Iqueia". As dificuldades, porém, não são apenas semânticas mas também conceptuais. Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro.

O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos. Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos.
O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros.
Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava seiscentos quilos. Percebi melhor o nome do móvel. É
preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora. Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada. O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho doze estantes e três hérnias.

É claro que há aspectos positivos: as tábuas já vêm cortadas, o que é melhor do que nada. O IKEA não obriga os clientes a irem para a floresta cortar as árvores, embora por vezes se sinta que não faltará muito para que isso aconteça. Num futuro próximo, é possível que, ao comprar um móvel, o cliente receba um machado, um serrote e um mapa de determinado bosque na Suécia onde
o IKEA tem dois ou três carvalhos debaixo de olho que considera terem potencial para se transformarem numa mesa-de-cabeceira engraçada.

Por outro lado, há problemas de solução difícil. Os móveis que comprei chegaram a casa em duas vezes. A equipa que trouxe a
primeira parte já não estava lá para montar a segunda, e a equipa que trouxe a segunda recusou-se a mexer no trabalho que tinha sido iniciado pela primeira. Resultado: o cliente pagou dois transportes e duas montagens e ficou com um móvel incompleto.
Se fosse um cliente qualquer, eu não me importaria. Mas como sou eu, aborrece-me um bocadinho. Numa loja que vende tudo às peças (que, por acaso, até encaixam bem umas nas outras) acaba por ser irónico que o serviço de transporte não encaixe bem no serviço de montagem. Idiossincrasias do comércio moderno.

Que fazer, então? Cada cliente terá o seu modo de reagir.
O meu é este: para a próxima, pago com um cheque todo cortado aos bocadinhos e junto um rolo de fita gomada e um livro de instruções. Entrego metade dos confetti num dia e a outra metade no outro. E os suecos que montem tudo, se quiserem receber.

Ricardo Araújo Pereira in Visão


Foo Fighters – “The pretender”

25/09/2009

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Hoje não tenho nada de especial a dizer..apenas que o meu telemóvel está pronto a entrar para um programa de reabilitação. Depois de alguma procura e pensar um pouco numa forma de manter exactamente todas as informações, encontrei isto: My Phone explorer.

Foi uma excelente ideia. =)


Pearl Jam – “The Fixer”

23/09/2009

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Aqui está a única musica que hoje consegue mexer comigo. Verdadeira apatia! Assim, vamos abrir uma pequena excepção para o dia de hoje e fazer tudo o que quero fazer e ainda não fiz:

  • Organizar os livros para a tese;
  • Arrumar as coisas de Betão II que continuam desorganizadas no dossier da Mary;
  • Colocar os livros do BC nos correios;
  • Voltar à baixa ao fim da tarde e arejar (porque os pequenos prazeres da vida é que nos fazem mais felizes);
  • Tratar da papelada;
  • Comprar mais envelopes porque os que tinha acabaram;
  • Mentalizar-me da técnica do D.;
  • Ver se ainda há bilhetes para la traviata;
  • Finalmente à noite, conseguir ver qual o problema na modelação;

Aparentemente a lista parece pequena, mas não me apetece mexer uma palha, por outro lado não quero entrar num ciclo de insanidade mental (xiii que exagero), daí que o esforço será enorme! Os livros já foram arrumados, agora vamos começar a riscar o resto da lista..


Jason Mraz feat James Morrison – “Details In The Fabric”

22/09/2009

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That’s it!


Justin Guarini – "I Can’t Live"

21/09/2009

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Hoje o dia começou da melhor forma, o que me leva a crer que será um excelente dia. Antes de tudo mais, fui entregar o R. aos seus veteranos para as ser praxado como os demais. Reparei que os alunos de todos os cursos sem excepção estavam a ser praxados desde as 8 da manha, sendo que uns faziam piores figuras que outros. Os que na minha opinião ganhavam o prémio de pior figura foram os alunos de marketing.

Depois de me certificar que o R. ficava em boas mãos, voltei à rotina. Ia eu descansadamente a pensar na minha vida, quando de repente surge do nada um senhor a oferecer-me uma gérbera amarela. (Como é que a carris adivinhou que as gérberas são as minhas favoritas? Estou gozar claro..) Este facto justifica-se por ser aniversário da carris, de qualquer forma isso não me impediu de trazer a flor para o gabinete nem de ganhar um grande sorriso.

Para quem não sabe, descobri o seguinte:

Gérbera = Alegria, simplicidade e pureza.
Reúne três qualidades características da infância; flor muito parecida com a margarida, porém com cores vibrantes (vermelhas, cor de rosa, amarela, laranja, entre outras) e de formas perfeitamente circulares. Sua origem é proveniente de regiões da Ásia e da África, locais onde predominam a vegetação exótica.

Outro site diz que:

Excelentes presentes, elas representam também a sensibilidade, a sensualidade, o charme e a essência, o amor e a nobreza, a virtude a dedicação e a quietude, a alegria e a simplicidade, e a pureza.

Agora não tentem interpretar o porquê daquela ser a minha flor favorita, porque o motivo é obvio: é uma flor bastante simples!

Bom trabalho.

=)


Death Cab For Cutie’s – “Meet Me On The Equinox” part 2

20/09/2009

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Perfect!


Death Cab For Cutie’s – “Meet Me On The Equinox”

20/09/2009

 

Domingo um bom dia para sair de casa, ou talvez não.

Depois preparar os envelopes de alguns dos livros que vão seguir esta semana, apercebi-me do tamanho que a TBR vai atingir com os livros que estão a caminho.

  • A sexta mulher de Suzannah Dunn

asextamulher Este livro retrata a vida de Katherine Parr, a sexta e última mulher de Henrique VIII, sobreviveu a quatro difíceis anos de casamento.

De acordo com a Easy Living, Suzannah Dunn é tão rigorosa nos pormenores históricos quanto na análise do coração humano.

 

  • Orbias – as guerreiras da deusa

orbias Orbias é uma aventura fantástica repleta de acção, sensualidade, personagens e cenários surreais, humor e magia. Uma obra essencial para quem gosta de uma história cheia de surpresas e fantasia moderna.

 

 

  • Jogo da verdade

ojogodaverdadeBem, este é o ultimo livro de Sveva Casati Modignani e como reza a  tradição, tem potencial para um bom livro. É um romance mas ao contrario de Nora Roberts, Sveva tem uma perspectiva bastante realista das relações, acabando por cativar o publico com a sua originalidade. Neste livro pretende-se um confronto entre duas gerações de mulheres, onde nos mostra como éramos antes e como somos agora.

Julgo que vou chegar a meio da TBR a vomitar romance, mas até pode ser que consiga. Sveva Modignani escreve livros bem simples de ler, com capas foleiras; já com Suzannah Dunn será a primeira experiência, podendo mesmo adorar ou detestar.


Evanescence – "Lithium"

19/09/2009

Hoje posso dizer que foi um dia em cheio. Os livros, as sebentas, os trabalhos, os cds foram todos forçados a sair de casa, passando para a arrecadação. Um ciclo que acabou e um novo que está prestes a começar.

Como não podia deixar de ser, tive a minha grande companheira que além de apoio psicológico tenta a todo o custo manter-me a conversar (para bem da minha sanidade mental), a R. Felizmente a fase das winxs já lhe passou, sendo substituída por uma fase bem mais interessante: 1/2 fase dos porquês/para quê e 1/2 fase de inventar palavras.

a R. – Para que é isso?

R. – É uma peça para montarmos ali.

a R. – Para quê?

R. – Para montarmos os cortinados.

Esta foi a conversa mais curta de porquês e para quês que houve, portanto não queiram saber as restantes. A parte de inventar palavras passa sobretudo por uma palavra muito engraçada: trabalhador(a). Segundo a R., o melhor é dizermos trabalhor ou trabaior, porque é mais rápido e melhor; a palavra namorado também não existe, são príncipes e cada qual tem o seu. Por outro lado, montar uma secretária ou trocar uma lâmpada, são exemplos de obras. Cada vez gosto mais daquela miúda.

E como o mês não podia ficar completo sem que eu referisse, aqui fica para os mais distraídos o ultimo vídeo do New Moon. Está perfeito, agora deixa ver se a companhia se mantém.

 

Espero que gostem. Bom fim de semana.


Jason Mraz – “Live High”

18/09/2009

Noobai

Vamos trabalhar ou vamos sair?

É uma boa questão. Hoje quando vinha no metro (acreditem que realmente aprendemos algumas coisa quando andamos de metro), descobri no jornal um sitio realmente interessante que tenciono visitar brevemente, Noobai café. Foi descrito como:

«Tudo muito chill, muito cool, nada de barulheiras desnecessárias», in Blue Living, Janeiro, 2006

É num dos mais concorridos miradouros de Lisboa, o tão conhecido Adamastor, que se situa o Noobai (que significa em crioulo "nós vamos"). Este bar conta com uma deslumbrante esplanada sobre o rio e uma vista panorâmica de cortar a respiração e é indicado para desfrutar de um almoço tranquilo, longe confusão da cidade, ou tomar um aperitivo ao fim da tarde, com vista para o Tejo e ao som de Dj`s convidados. O interior conjuga tons quentes com o ar vivido de mobiliário antigo, num ambiente que se pretende eclético. Serve refeições ligeiras, sopas frias, saladas e sandes variadas, viajando entre os sabores mediterrânicos e sul-americanos. Sempre acompanhadas de chás gelados, batidos ou sumos Bairro Alto 2naturais.

Agradou-me sobretudo a parte do chill e cool, bem como a possibilidade de batido. =) 

De certa forma, faz lembrar o Vertigo, com a vantagem de ter uma esplanada fantástica. Definitivamente acho que um dia destes vamos para lá ver o por do sol. Caso contrário, temos sempre o Bairro.

Até lá vamos é trabalhar…


Marron 5 – “Won’t go home without you”

13/09/2009

Tendo em linha de conta os últimos relatos que tive o prazer de ler no blog da minha amiga Baiia, vou apresentar-vos um dos livros que estou a ler. Chama-se: amor em minúsculas de Francesc Miralles. Escolhi ler este livro apenas tendo como base um titulo cativante e um resumo que prometia revelar-se.

imageEste livro desenvolve-se em torno do quotidiano de um professor universitário, Samuel, que vive no mais perfeito isolamento, ligeiramente preocupado com as 650.000 horas de duração media da vida humana. A sua vida é rapidamente virada do avesso quando um simples gato persiste em conviver no apartamento de Samuel. Desde modo, o autor permite-nos uma verdadeira viagem pela historia da arte, do cinema, da filosofia e da literatura, tendo sempre como objectivo constatar a importância que as pequenas atitudes quotidianas tomam na vida de cada qual.

Durante as cento e sessenta páginas que li nas quatro horas de viagem consegui retirar alguns pensamentos que me ocuparam a mente, entre eles:

- A má vontade ou o tédio que por vezes temos em determinadas tarefas tem afinal uma formula mágica:

O contrário é o conveniente. Trata-se de fazer sempre o contrário do que o corpo pede. Acredita em mim: Opera milagres.

Na verdade, o personagem principal, adoptou esta máxima durante um capitulo e acreditem que me fartei de rir, sempre que ele fazia um esforço enorme para responder de forma educada e tão simplesmente parva que ao exterior poderia surgir como cinismo.

- Encontrar/procurar são duas atitudes bem distintas e por vezes tão confusas.

Titus (amigo de Samuel) - Enquanto que estiveres à procura, o teu olhar vai fixar-se nos limites das tuas expectativas. É como se para encontrar Deus, eu o procurasse debaixo da cama porque é o mais cómodo para mim, tendo em conta a posição em que me encontro. Compreendes? Por isso enquanto estiveres à procura, não vais encontrar nada realmente importante.

Samuel – Que devo fazer então? Cruzar os braços?

Titus (amigo de Samuel) – Pelo contrário! Para encontrares tens que te deixar levar. Enquanto andares com ideias pré concebidas, serás incapaz de ver o que se passa diante do teu nariz.

Antes de qualquer coisa mais, devo acrescentar que Titus se encontra deitado numa cama de hospital e que Samuel lhe pede  conselhos para reencontrar uma pessoa em especial. De qualquer das formas, julgo que foi a melhor comparação que vi até à data sobre o assunto.

Por outro lado, aprendi o aquele momento mágico que já vivemos, quando o tempo parece parar, chama-se Satori. Pode demorar cinco, trinta segundos ou dois minutos, o que interessa é que por muitos minutos, horas e anos que passem nunca se esquecera na nossa memoria. Será dos poucos momentos na vida em que recordamos que o tempo parou para nós.

Conclusão, já me fartei de aprender coisas hoje.

=)


Coldplay – "Swallowed In The Sea"

12/09/2009

Dias com a Bea

Vou tentar recordar alguns momentos neste últimos dias de férias. Posso desde já adiantar que  S. Miguel é muito diferente do Faial ou do Pico, com 131609 habitantes pareceu-me ser uma ilha mais industrializada, com uma grande diversidade de ofertas turísticas e com maiores diferenças sociais. Mal cheguei, a primeira coisa que fomos ver foi a lagoa das setes cidades, antes que o tempo decidisse mudar.

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É uma pequena maravilha e mesmo com algum nevoeiro lá consegui tirar umas fotos decentes, uns quantos postais e uma ou duas fotos comigo a fazer de escala. =)

Como a falta de café e a viagem começaram a fazer efeito, decidimos regressar a casa, desfazer malas e descansar um pouco para marcar a noite em grande. O primeiro jantar na ilha foi fabuloso, porque deu para matar saudades e conversar como se a noite não tivesse fim. Terminámos com um passeio na praia (entre parêntesis, era noite de lua cheia e a praia era fantástica..deu que pensar). Claro que por lá, no inicio da praia, havia imensa gente entretida com a ver corridas de submarinos, no entanto isso não me impediu de um bom passeio. Concluí que aquela era sem duvida uma das muitas coisas que em 22 anos tinha perdido.

No dia seguinte fiz um esforço para sair da cama, assustando um pouco a Ana, empregada da Bea. Consegui lidar com a rede de mini bus de Ponta Delgada – que era bem mais simples e económica que o metropolitano de Lisboa. Quando estava na paragem, uma senhora captando o meu ar de perdida lá me explicou que o bilhete era 20 cêntimos, apenas dava para uma viagem e que ela me indicaria a paragem em que eu devia sair para ficar na marginal. (aqui fiquei com ar de parva ao perceber que o bilhete era só 4 vezes menos que o bilhete de metro..que cidade estranha aquela!)

Com mapa de Ponta Delgada, um livro e um mp3 na mão, fartei-me de dar voltas, sempre a passear, ao meu ritmo vendo apenas o que queria. Um dos pontos de paragem foi sem duvida o centro comercial, onde tinha combinado com o PedroGamaVieira, um bookcrosser muito simpático que tive oportunidade de conhecer.

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Ponta Delgada é uma cidade que facilmente se vê num dia. Têm:

  • Biblioteca adorável, tipo mezzanine com livros bastante actuais;
  • Jardins fantásticos como Jardim José do Canto ou o Jardim António Borges;
  • Marginal com esplanadas fantásticas;
  • Museus com imenso conteúdo;
  • Portas da cidade;
  • Igrejas e conventos que não têm fim, sendo a Igreja Matriz a mais reconhecida;
  • Centro comercial tipo Vasco da Gama em miniatura com tudo que é necessário;

Também tive a oportunidade de visitar em São Miguel, a fábrica de chás da Gorreana e as suas plantações. Outros dos sítios que me fascinou foi uma praia na Ribeira grande.

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Com uma esplanada, uma vista lidíssima e o Moby acompanhar, aproveitei para relaxar e parar um pouco a visita turística.

Outro sitio que visitámos foram as furnas, posso dizer-vos que por muito interessante que seja tomar banho num lago de água quente ligeiramente alaranjada, não consegui compensar um bom banho a que estou habituada.

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Claro que as furnas têm muito mais que o parque Terra Nostra (segundo a Bea faz parte da lista dos 10 jardins mais belos do mundo), tem o cozido tão típico de lá (não faz bem o meu género..com inhame e batata doce..naaa), têm o milho cozido nas fumarolas, etc..

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Podia ficar aqui a manha toda a descrever-vos tudo o que vi e o que aprendi, mas não seria suficiente. Foram as férias que mais gostei e ainda agora tenho pena de terem terminado tão rápido. Agora, de volta ao Continente é preciso voltar ao trabalho.

Bom fim de semana.

PS – J. realmente já se tá a tornar hábito, tens razão..mas toda a gente sabe que há mais além das adidas.


A Fine Frenzy – “You Picked Me”

07/09/2009

olá olá a todos..

Cá estou eu para contar as peripécias e aventuras destas férias que têm sido maravilhosas.

3º Dia com a Teresinha

O dia começou na famosa loja do Peter com algumas prendas tão típicas, seguido de uma viagem de lancha até ao Pico. O dia parecia estar realmente cinzento, mas acabou por se revelar ligeiramente mais colorido.

Havia muita gente na vindima e fomos inclusive convidadas a entrar numa das quintas pelo dono e restante família que se fartavam de trabalhar. A uva do Pico está aprovada, o vinho também sobretudo o Terras de Lava e concluí que prefiro claramente fazer vindima no continente (dá menos trabalho). Seguimos viagem em rumo às Lajes para almoçar, conhecer a cidade e ver o museu das Baleias. No almoço apanhei a teresinha divertidíssima a filmar-me enquanto eu estava a meio das minhas divagações, eu ingenuamente julgava que a miúda estava a ver o álbum de fotos, o resultado final foi qualquer coisa tipo:

Aquelas nuvens pareciam mesmo algodão, sabes? Dava vontade sair e andar por ali..bla bla bla

Não queiram saber o resto. Depois disso, estivemos no cimo do Pico, onde conhecemos o André e o seu pai:

Pai do André: quereis que vos tire uma foto? Também posso pedir ao André.

Nós em coro: ah e tal, não era necessário, mas pode ser..Bla bla bla

Claro que eu nem reparei no “Vós”, uma vez que é tão habitual para mim. Mas como a teresinha ficou a conversar com o Pai do André, acabou por achar imensa graça. A paisagem daquele ponto era lindíssima. Por ultimo seguiu-se um banho ali perto da casa da sofia e a volta à ilha com a mãe dela. Houve também uma prova de licores (sem comentários).

4º Dia com a Teresinha

Este 4º dia foi rápido e fizemos imensa coisa. Terminamos de ver o que faltava na ilha, ida ao Salão, Ribeira funda, etc. O avião saiu do Faial às duas da tarde com destino a Ponta Delgada de onde vos escrevo. Por falar nisso, vou conhecer a cidade e no próximo post já relato mais novidades.

=)

PS- teresinha, uma vez mais obrigada. Foi bom estarmos juntar outra vez e por a conversa em dia. As noites à conversa foram excelentes! E o meu voo para cá só provou que o mundo é mesmo pequeno.


Daniel Merriweather feat. Wale – “Change”

05/09/2009

Açores..uauuuu. Continuo sem grandes palvras, mas vou tentar resumir um pouco estas aventuras que têm sido muitas.

1º dia com a Teresinha

Já fui a imensos sitios, a construçao cá é completamente fora do habitual, fazem com blocos de betão e as lajes são as tipicas do litoral e Sul, de betão. Tijolo não se usa, apenas a telha normal. A pedra tipica é negra negra negra e cheia de buracos, que eles gostam tanto de usar nas casas. Gostam muito de pintar as casas de cores estranhas, como cor de rosa, pintar juntas em cor de rosa numa casa de pedra (so vi uma assim, mas valeu por todas as cor de rosa que ja vi).

Escavar é coisa que nao podem fazer muito se não entra àgua e volta e meia, aparecem uns empreiteiros com ideias inovadoras e constroiem casas numa arquitectura moderna que não se enquadra.
 
Hoje quando subimos à caldeira e ontem fomos ao vulcão dos capelinhos e corremos metade da ilha.

Amanha apanhamos a lancha e vamos passar o dia ao Pico, que por incrivel que pareça se vê daqui. Já provei uma fruta tipica de cá, que agora não me lembro do nome mas com a qual também fazem doce e comi hoje um prato tipico, acompanhado de um pão muito esquisito, mas que sabe bem, diferente do nosso.
 
Estou adorar quer a paisagem quer as pessoas, que são muito sinpáticas. A Rita é a sobrinha da teresinha  e é um encanto, come e corre que se farta mas eu preciso de um tradutor para a perceber (a teresinha), porque a miuda só tens 3 anos e come muitas palavras.Graças a deus não gosta muito de beijos portanto já ganhou uns pontos e depois tem uns olhos enormes enormes e bem expressivos. 

2º dia com a Teresinha

Neste segundo dia aproveitei para descansar um pouco mais uma vez que fiquei praticamente acordada 24 h no dia anterior. (conclusão: dormi a manha inteira, acordei com o J. a ligar, caso contrário ferrava até à hora de almoço) De tarde aproveitámos para ver a caldeira, um sitio girissimo, com alguma sorte chegam lá em cima sem apanharem vacas no meio da estrada. (não foi o nosso caso, claro…duas azarentas muito divertidas) Na parte dasfotos, a teresinha apanhava-me volta e meia e lá dizia:

 ”olha lá, és capaz de estar calada um pouco, para tirar a foto..ai.”

Eu lá consegui tentar sorrir e pronto, fotos tiradas, para não regressar ao continente com postais. (eh eh) Depois disso, seguiram-se as horas boas na praia, com a Rita a irrequieta e amorosa sobrinha da teresinha. O dia terminou com um gin tónico no Peters e muita conversa para por em dia.

Estou feliz feliz feliz, que de tanta felicidade até arrepia. Claro que neste pequeno resumo faltam muitas muitas coisas, muitas peripécias que eu nem me atrevo a enumerar, como as nossas fotos no monte carneiro.O 3º dia (hoje) e o 4º dia (amanha) ficam para o próximo post. Até lá, divirtam-se também..

Bom fim de semanaaaaaaa