Terminei de ler “Breakfast at Tiffany’s” e agora entendo por que este filme fez tanto furor, tendo em conta a época em que se desenvolve. Pips, não imaginei que gostasses tanto deste livro – mas dou-te razão, é realmente interessante de ler.
Truman Capote consegue retratar de forma detalhada, uma época conturbada por excessos e devaneios, tão característicos dos tempos de guerra.
O narrador, um dos amigos mais próximos da personagem principal, retrata-a de diversas formas. A narração funciona como um regresso ao passado, recordando os inúmeros episódios, que fortaleceram a amizade entre o narrador e a personagem principal.
Holly é descrita com: uma mulher elegante, extrovertida sem qualquer traço que caracterize o seu passado. Ninguém sabe a sua origem, nem o seu futuro, pois a mesma vive para a aparência do dia seguinte. É um livro diferente dos habituais, que recomendo vivamente.
Livros à parte, posso adiantar que as minhas férias começam hoje, rumo ao Algarve. Vão ser uns dias sem livros, sem sebentas, sem acústica, sem análise modal, sem integrais, etc. Conclusão, estou mortinha por deixar o portátil em casa e ir torrar um pouco para a praia, aproveitar as noites e iniciar o Ciclo Caipi.
Como não me esqueço dos amigos – aos que estão fechados nos gabinetes a trabalhar, aos que estão a estudar ou a esforçar-se por o fazer – vou tê-los em conta nos seguintes momentos:
-> quando for aberta uma nova garrafa de espumante,
-> quando sentir o sol a queimar a pele
-> quando uma rodada vier para mesa
-> quando começarem as conversas estranhas
-> nos passeios à beira-rio
e por ultimo, nas noites de jantaradas, em que ri-mos a bandeiras despregadas. Que raio de expressão esta!
Assim que puder, volto a dar noticias.
=)