Spiritualized – “Soul On Fire”

22/06/2009

A época de exames é sempre uma óptima altura para ficar em casa, apreciar a companhia dos animais de estimação e comer imenso chocolate. (atenção é chocolate branco com amedoas) Nos poucos tempos livres, tento ler um pouco ou em ultimo caso, levo a estrela à rua e dou-lhe alguma atenção extra. Mas a verdade é que tenho saudades da esplanada, dos nossos cafés e das nossas críticas estupidas e de mau gosto. Tenho saudades tuas,  mas também tenho saudades vossas.

Assim, por cá, estou reduzida a uma secretária, a uma cadela mimada e com tendências para carente afectiva, a um irmão completamente louco e a uma sebenta odiosa.  Que posso acrescentar? Só falta um esforçozinho assim pequenino.


A saga continua

21/06/2009


David Fonseca – “Radio Killed the video Star”

18/06/2009

viajar

É já amanha. Finalmente regresso a casa, temporariamente, mas regresso. Aquelas quatro horas de viagem são puro delírio, ou não! São um verdadeiro tédio. Na verdade acabo sempre por adormecer e não é defeito meu, porque a maioria das vezes parece que o circo monta tenda na minha carruagem, simplesmente o cansaço vence.

Começo sempre por tirar o livro do dia e ler umas páginas. Se a viagem for durante o dia, ainda sou capaz de mudar de cenário e tomar um café no bar, caso contrário, ligo o mp3 e esqueço que existem mais passageiros.

Uma coisa é certa, depois de quase 5 anos a conviver com aqueles belos assentos verdes da CP, já tirei imensas conclusões (os exemplos que usei servem para trajecto Lisboa-Guarda):

Nunca se deve adormecer antes do revisor passar. Primeiro porque alguns deles estão sempre MUITOOO mal dispostos, e depois, porque independentemente de quem seja, acordam-nos sempre com um safanão que não queiram imaginar. Claro que depois de me acordarem desta forma, não durmo mais. Assim, nunca adormeçam nos primeiros 45/50 minutos de viagem. É duro resistir, mas vale a pena.

Nunca coloquem nada naquele espaço que há entre o assento e a parede junto à janela, porque arriscam-se a esquecer-se. Aconteceu-me com o Brisingr e acreditem que é uma verdadeira vergonha. (minha colecção Ciclo da herança, do Christopher Paolini ficará incompleta para sempre)

Nunca durmam mais do que uma hora e meia a duas horas, porque no fim a dor de costas é tão grande, que desejarão ter feito o caminho a pé.

A melhor posição para dormir é sem duvida ficar encostada à janela com as pernas esticadas ao longo dos dois bancos. Em ultimo caso, pode sempre aparecer a senhora de 60 anos que vem dizer que o lugar dela é o 65, que vocês estão a ocupar, quando na realidade vão 20 passageiros numa carruagem praticamente vazia. Outras velhotas nem se dão ao trabalho de verificar se há mais bancos livres, mesmo que vos vejam a dormir, sentam-se logo ali, ou porque é logo à entrada, ou porque o senhor as ajudou com as malas e não sabem qual é o lugar marcado. Há sempre uma desculpa. Caso o comboio seja o SUD, bem meus amigos, deitem-se à vontade, porque por mais velhas que sejam aquelas carruagens, são bem mais confortáveis e conseguem ficar completamente deitados. Sorte, sorte grande é se apanham apenas uma velhota que vai para Celorico da Beira ou para Castelo Branco na vossa carruagem, aí podem dormir à vontade, com “sorte” ainda acabam a viagem a saber o historial de vida da senhora ou as ultimas das novelas da TVI.

Forma de contornar a alínea anterior, passa por colocarem as vossas coisinhas no banco ao vosso lado, desta forma toda as velhinhas vão pensar que está ocupado por alguém e deixam de ser impertinentes. (eh eh…o que o sono não faz.) Caro que esta solução só serve até Coimbra, porque depois disso, os passageiros começam a reduzir e claramente não aparecem velhotas chatas. De qualquer das formas, se o banco estiver livre, não vão dizer que está ocupado por um “passageiro”. (Tenham bom senso ok?!)

Bem, agora que já dei alguns dos conselhos, vou tratar da mala, que amanha é o grande dia. Até lá, há que trabalhar e trabalhar bem. Desejo-vos um excelente fim de semana.


Groove Armada – “My Friend”

17/06/2009

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Foto do Pic-Nic (Pips, Eu e Baiia)

Ontem, foi bom estar convosco. (como sempre!) Por isso, fica decidido que temos que repetir estes lanches maravilha.  ;)

Até lá, temos que nos agarrar com unhas e dentes ao livros, às sebentas, aos apontamentos e a tudo o resto que nos ajude nesta época de exames.

Boa sorte Miúdas.


Ausência – Parte I

15/06/2009

Carey Ott – “Am I just one”

Não morri! Aqui estou eu depois de uma ausência tão prolongada. E que tenho eu feito durante estes dias, perguntam vocês. Além de estudar, claro está, fiz um pouco mais da vida. Finalmente fui aos Santos, entre outras coisas. Apenas faltei ao Pic Nic da malta lá no IST.

Tem sido um mês de doidos, mas no fundo tornou-se bastante educativo. Algumas das lições já deviam ter sido aprendidas, mas talvez a profundidade da escavação não tenha sido suficiente. Talvez as condições não fossem as melhores – é tudo uma questão de ambiente externo, e modifica-lo nem sempre é possível, primeiro porque nos ser externo – logo menos facilidades temos em lhe aceder – e em segundo, porque talvez não estejamos assim tão interessados em alterar o aparente equilíbrio. Às vezes custa definir linhas, definir estratégias e manter limites. Às vezes custa confrontar porque as palavras fogem no momento X. Assim, somos forçados a optar: ou seguimos em frente e assumimos uma posição, encostamos o ambiente externo à parede e defendemos tudo aquilo em que acreditamos, independentemente das consequências, ou aprendemos a calar a ideia impossível e modificamos o nosso ambiente interno, consoante a nossa orientação estratégica e a variação do ambiente externo. As expectativas funcionam aqui como uma faca de dois gomos, mas segundo segundo V. Vroom a motivação depende das expectativas criadas e de atingir ou não a recompensa desejada. E agora, vamos parar de filosofar, porque a vida é mesmo assim, real.

Gabin – “Bang Bang to Rock N Roll”

Aprendizagens à parte, os santos foram espectaculares. Entre finos – e eles que implicavam comigo (Aqui não se usa isso.) – uma sangria terrível, bifana e a bela sardinha, fiquei logo de estômago arrumado. Risos de um lado, fotos tolas do outro, as conversas parvas…

Os brindes estranhos, as primeiras sardinhas do ano, a reinvenção da língua portuguesa e as novas caras. Foi engraçado. Foi bom estar convosco uma vez mais. A nós!

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Claro que percorrer Alfama e o Castelo, obrigou-nos a caminhar desde essa zona até ao Marquês de Pombal para encontrar um maldito táxi. Mas por fim, tudo correu da melhor forma.

Agora, desejem-me boa sorte para amanha ;)

see iu.


the Script – “Breakeven”

12/06/2009

Esta é daquelas musicas que se repete na rádio vezes sem conta. Adoro o ritmo, já a letra não me diz praticamente nada. Acho que é a música ideal para hoje.

O feriado foi apenas mais um feriado que acabou por se tornar bastante divertido. Foi realmente bom sair de casa e apanhar sol, ver pessoas em vez de teorias e cálculos de contabilidade. E foste tu J., quem ajudou a transformar o dia, como sempre. =)

O parque estava cheio de miúdos, pais de miúdos e avós de miúdos. Alguns pais deixavam-se simplesmente estar deitados na relva, aproveitando o feriado, outros conversavam com os avós mas sempre com atenção redobrada nos pequenos, que sem duvida eram os que mais aproveitavam. Havia miúdos a correr pelo parque como se cada arvore fosse um país, outros jogavam à bola com os pais e por ultimo, havia os mais pequenos que embora não conseguissem sequer caminhar, eram constantemente alvos de mimos.

Havia também casais de idosos, que montavam as suas cadeiras (típicas das procissões religiosas quando o cansaço sufoca) e aproveitavam o sol. O casal mais próximo era um exemplo engraçado. Ele lia o jornal ou talvez um livro e ela fazia renda. Pouco falavam, talvez porque naquela idade já pouco há acrescentar. A luz especial que nos muda os olhos, essa mantinha-se, mais ofuscada, mas mantinha-se, bem como o carinho que eles transmitiam.

Deve ser bom chegar aquela idade sem precisar de dizer nada porque ele simplesmente já sabe. Deve ser bom chegar aquela idade com aquela pessoa ao nosso lado, até porque os gatos não gostam de passear ao nosso lado e apanhar banhos de sol no parque. Por outro lado os amigos não preenchem totalmente aquele espaço, por muitos que façamos. Por esses motivos e por outros mais importantes ainda, eu vou querer chegar lá e acompanhada, mas só depois de dirigir umas quantas obras claro.

;)

Até lá vou estudar como se não houvesse amanha e talvez consiga aproveitar que hoje à noite são os santos populares. Talvez seja este ano.

PS- aqui fica a foto panorama que tirei no Pic Nic.

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KT Tunstall – “Suddenly I See”

11/06/2009

Terminei o livro “Marcada” ontem à noite e devo dizer que gostei. Não conseguiu captar a minha atenção da mesma forma que qualquer livro da saga Luz e Escuridão (Meyer)*, mas isso não me impediu de gostar. Duvido muito que volte a ler algum livro semelhante ao Crepúsculo, porque a menos que a Stephenie Meyer decida continuar a escrever, ninguém conseguirá igualar os seus feitos. Por isso, discordo claramente da MTV, pois esta saga – Casa da Noite – não será de forma alguma o próximo crepúsculo, porque o único facto que têm em comum é abordar um tema tão vasto como os vampiros.
Este livro surge não como uma revolução da fantasia, mas como uma continuação. A escrita é fluente, com bastante Humor e sem quaisquer tabus.

Na minha opinião, ao contrário do Crepúsculo, P. C. e Kristian Cast decidem explorar de forma intensa a relação da personagem principal com os seus colegas de escola, a sua avó e a sua orientadora, Neferet, acabando por minimizar a relação amorosa que Zoey cria com Eric. Posso inclusive acrescentar que este livro recorda uma mistura agradável de “Harry Potter” (pelo facto de serem tão desenvolvidos temas como amizade, adolescência e um  breve toque de romantismo) e Crepúsculo.

Sabem como é que um aluno mais velho revela o seu interesse por uma iniciada? (esta é de morrer a rir, ou não)

Pega no pulso da iniciada, beijando a veia e trincando ligeiramente a zona, fora os restantes sinais claro.

Assim, entrando em época de exames, vou ficar em jejum de livros. Termino “o Leitor” e faço uma breve pausa, porque o Marcada já funcionou como sobremesa. =)

Divirtam-se.

Saga Luz e Escuridão* – hoje ao ver o antigo blog, descobri a playlist que criei para o New Moon. Actualmente julgo que não está completa e talvez venha acrescentar algumas músicas. Até lá, aqui fica:

PS – As melhoras da R., que está muito adoentada.


Sara Bareilles – "Gravity" – Parte II

10/06/2009

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Sem comentários, ok?!

Até amanha.


Sara Bareilles – “Gravity”

10/06/2009

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Incrível o poder que uma torradeira tem no quotidiano. Hoje olhei para ela e pensei:

Hoje não contes comigo, tenho pão fresco à minha espera. Aderi à campanha congelador,portanto continuas de jejum.

Ela revolta-se e amua. Eu mantenho a felicidade matinal e não acabo o pequeno-almoço a praguejar. A minha sorte é que a Pips e a Baiia estão mesmo decididas a “modifica-la”.

f82_MarcadaTorradas à parte, de momento estou a ler um livro muito  interessante: “Marcada”. Aliás, estou a ler dois livros, mas definitivamente prefiro o “Marcada” ao “O leitor”.

Depois de ser especialmente marcada pela Deusa Nyx, Zoey Redbird entra na Casa da Noite, um colégio onde os marcados se vão transformar em vampyros ou morrer. (caso o corpo rejeitar a transformação)

Para os incultos (eu própria fazia parte desse grupo), a deusa grega Nyx era a personificação da noite. Nyx aparece ora como uma deusa benéfica que simboliza a beleza da noite (semelhante a Leto) e ora como cruel deidade Tartárea, que profere maldições e castiga com terror nocturno (Hecate e Astéria). Nyx é também uma Deusa da Morte, a primeira rainha do mundo das Trevas. e Nyx também tinha dons proféticos, e foi ela quem criou a arma que Gaia entregou a Edward_Robert_Hughes_-_a_Noite_e_seuCrono para destronar Urano. Nyx conhecia o segredo da imortalidade dos Deuses podendo tirá-la e transformar um Deus em mortal, como ela fez com Crono após este ser destronado por Zeus.

A verdade é que Stephenie Meyer criou uma revolução na literatura actual, especificamente na fantasia/romance.

Quem não quer um vampiro perfeito, lindo de morrer, cheio de estilo, com mais de 100 anos e que vos trata com uma verdadeira devoção?

Vampiros de um lado, vampiros de outro. Nem Anne Rice conseguiu tal proeza.  Pouco tempo depois de Meyer, surge Charlaine Harris e por fim sobressaem  P. Cast e Kristin Cast.

Quando menos der conta, o mundo será governado por vampyros e em vez de serem vendidas sagres Mini, teremos “Tru Blood”.  ;)

PS : Pips como é que se chama aquele site que me falaste com depósito livros?


Gomez – “Moon And Sun”

09/06/2009

mafalda1

Estava a trabalhar quando alguém lá no fórum, colocou este artigo que partilho convosco.

PS – Nunca precisei de nenhuma destas dicas, mas pode ser que ajudem.

Como tornar-se um leitor em 10 passos.

totó1.º – Escolha uma data para começar a ler e respeite-a.

2.º – Evite começar por livros considerados literatura light, pois embora o nome seja encorajador não reflecte de todo a realidade e pode destruir a melhor das intenções.

3.º – Livre-se de todos os telemóveis, playstation, dvd’s e afins que tenha por perto.

4.º – Depois de começar a ler não pode parar sem, pelo menos, chegar ao fim do primeiro capítulo; deixá-lo a meio aumenta consideravelmente o risco de desistir antes mesmo de ter começado.

5.º – Para se auto-motivar, pense muitas vezes em todos os benefícios da leitura.

6.º – Peça às pessoas que estão à sua volta que não bocejem nem se deitem no sofá a ver os programas de televisão que passam em horário nobre.

7.º – Peça ajuda a um profissional – pode ser um livreiro, um editor, um professor, etc. – ou participe em fóruns e blogues da especialidade. Estas comunidades de leitores ajudá-lo-ão a integrar-se mais facilmente na sua nova realidade.

8.º – Mude de hábitos, a fim de evitar locais onde possa conviver com pessoas completamente desinteressantes.

9.º – Não faça pausas muito grandes e complemente-as com a leitura de um jornal, revista, de banda desenhada ou de uma história infantil.

10.º – Parabéns. Se chegou até aqui é porque já é um leitor. No entanto, evite os entusiasmos exagerados, como, por exemplo, passar a considerar-se um intelectual.

Boas leituras
=)

E agora, volto ao trabalho…!


Chris Martin ft. Michael Stipe – “In the sun”

08/06/2009

Obrigado!

Obrigado pelo dia de ontem.

Obrigado pelas cores e por mais do que um abraço demorado.

Obrigado por a tua presença ao longo do tempo.

Agora vou estudar, aqui com a Pips ao lado e com a Baiia a caminho. O teste aproxima-se e é preciso trabalhar. =)


Snow Patrol – “Somewhere A Clock Is Ticking” Part II

06/06/2009

A pala do Pavilhão de Portugal salvou-nos, porque ainda que a instabilidade meteorológica fosse totalmente “adequada”, nós queríamos ter direito ao nosso picnic. Assim, montámos as tendas ali mesmo por baixo daquela pala horrível do Siza Vieira e convivemos um pouco.

A tarde acabou na casa da Baiia, mas antes não conseguímos evitar fazer uma visita à fnac. Os temas foram variados e tirámos uma conclusão interessante mas muito difícil de aplicar:

Na vida: ou és carne, ou és peixe. Macrobiótica é que não!

E o resto são tretas.

À parte disso, foi bom estar convosco. Que três nos juntámos, ein? ;)


Emiliana Torrini – “Sunny road”

05/06/2009

“You said you’d meet me on the sunny road”

Estamos sempre aprender. Esta semana aprendi que devia ter escolhido estruturas, assim passava o resto da minha vida a dimensionar pontes e grandes estruturas metálicas, fechada num gabinete. Não referi aquele ramo por facilidade, porque não é um ramo fácil e eu gosto de desafios. Mas a verdade é que a obra cria desafios suficientemente grandes para nos manter a cabeça ocupada e o coração calado. Esperem…! No meu caso a história não funciona bem assim porque eu não tenho coração, portanto eu iria apenas manter a cabeça ocupada. E acreditem, isso já é um enorme desafio.

Mudando de assunto, aproxima-se um grande grande dia: domingo. Ainda não estou certa do que vou fazer. Este ano não tenho quaisquer planos, mas gostava de um pouco de isolamento para recuperar o ânimo e a paciência. Talvez um almoço e uma tarde de jardim ou de sofá, consoante o tempo. Será um dia sem internet, nem telemóvel, nem livros, nem preocupações. Será um grande dia =)

Até lá, deixo-vos uma foto, que tirámos na tenda BC da Feira do Livro:  Eu, a Tanea31,  a Baiia e a Pips.

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Chris Martin feat. Michael Stipe – “In the Sun”

04/06/2009

Para animar um pouco, aqui ficam algumas fotos da noite do Super Arraial (2nd night). Antes de tudo, o Vesti e as Gémeas. Nem vale pena acrescentar que são muito boas pessoas. E porquê? Perguntam vocês. Bem, porque como é óbvio de ver, são de Civil.

As gémeas e o Vesti

Como eu estava mesmo cheia de sono, o que eu queria era que falassem baixo e me deixassem beber café, ou seja, o mau feitio de sempre.

Eu e o café

Assim, jantámos dentro do possível e seguímos para o Super Arraial. Aqui, surgiu um fenómeno inexplicável: a malta não pode ver um chapéu voador. E quando um quer, todos querem.

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Assim, deixo só mais duas fotos, ambas da primeira noite do Arraial. A primeira é para provar que por vezes os detergentes trazem brindes que crescem com o tempo – o R. (O tipo com metais nos dentes) Somos tão diferentes, tão semelhantes, mas ele até é bom miúdo, não fosse a irmã desvia-lo.

O R. , Eu e o J.

Por ultimo, Eu e o J. =)

O J. e Eu


U2 – “Magnificent”

03/06/2009

“Nobody said it was easy.”

Por duas ou mais semanas fiz o que me apeteceu, quando me apeteceu, da forma que me apeteceu. Disse o que quis e o que não quis. Senti o que pensei e pensei o que senti. Vi as Estrelas. Vi o Sol. Vi a Lua. Iludi e deixei-me iludir. Bati mal. Bati bem. Bati consoante me deu na real gana. Perdi as horas. Perdi as chaves.Perdi a razão. Perdi a Lógica. Fui certinha. Fui rebelde. Deixei os meus olhos brilharem de “química”. Fui ingrata.  Deixei os meus olhos brilharem de ódio. Fui agradável. Descarrilei. Adorei. Corri por uma estrada que não era a minha. Amei. Foram horas e horas, sem quaisquer regras, sem protocolos, sem racionalidade, sem lógica. Abdiquei da razão. Abdiquei das ideias. Abdiquei do sentir. Abdiquei do que ficava bem dizer. Abdiquei do que ficava bem sentir. Perdi aulas. Esqueci-me do que vi. Acordei quando quis e como quis. Falei do que não era suposto falar e com quem não era suposto falar. Adorei o que não podia. Estendi os limites que antes impunha. Ignorei o que não era suposto ignorar. Aconselhei. Pedi conselho. Pensei. Senti. Finalmente e pela primeira vez, precipitei-me e vi o vazio. Adorei e odiei. E agora volto a mim. Volto à realidade. Não perdi tudo. Consegui!